22 de Outubro de 2017
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PAICD 01 – Bairro do Grito do Povo

Intervenções dirigidas à redução da pobreza e exclusão social, suportadas em processos geradores de uma dinâmica de prevenção, através de animação das comunidades e da indução de processos de mudança, nas populações e nas organizações, com vista à melhoria das condições de vida das populações.


 
  • Designação da operação
    PAICD 01 – Bairro do Grito do Povo
  • Programa operacional
    Lisboa 2020 – Programa Operacional Regional de Lisboa
  • Eixo prioritário
    Desenvolvimento urbano sustentável
  • Objetivo temático
    Promover a integração social e combater a pobreza e qualquer discriminação
  • Data de aprovação
    03.03.2017
  • Prioridade de Investimento
    Concessão de apoio à regeneração física, económica e social das comunidades desfavorecidas em zonas urbanas e rurais
  • Investimento elegível
    367 786,00 €
  • Taxa cofinanciamento
    50,00%
  • Contribuição do fundo
    183 893,00 €
  • Autarquia local
    183 893,00 €

Descrição da Operação

O Bairro do Grito do Povo, localizado na União das Freguesias de Setúbal, é constituído por núcleos habitacionais construídos em terrenos municipais, criados ao abrigo do Programa de Ações Prioritárias, pelo antigo Fundo de Fomento da Habitação (bairros SAAL).

É constituído por 76 edifícios clássicos, cuja construção decorreu em diferentes períodos (três fases) e onde residem 403 indivíduos que compõem 156 famílias (Censos 2011).

A dívida existente entre os/as moradores/as e o IHRU é gerida pela Associação de Moradores do Grito do Povo, criada em 1975. Esta associação é também um recurso fundamental nas intervenções físicas ou sociais que se efetuam no bairro.

O Bairro do Grito do Povo abrange uma área de intervenção de 17 882,20 metros quadrados, constituída por 72 lotes que correspondem a 71 habitações unifamiliares em banda (de um ou dois pisos) e um lote de comércio/serviços.

Desde a construção, nos anos 70, não têm sido realizadas intervenções de requalificação, identificando-se situações de elevada degradação urbana nos espaços públicos. Acresce a este cenário a existência de uma rede de esgotos deficitária e sem infraestruturas de drenagem de águas pluviais e à forma de ocupação urbana.

O diagnóstico preliminar elaborado pela autarquia aponta para a necessidade da estruturação de intervenções dirigidas à redução da pobreza e exclusão social, suportadas em processos geradores de uma dinâmica de prevenção, através de animação das comunidades e da indução de processos de mudança, nas populações e nas organizações, com vista à melhoria das condições de vida das populações.

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