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campanha 14 de Dezembro de 2011
Ação diz o que fazer aos óleos usados

Uma ação de divulgação sobre a rede de recolha de óleos alimentares usados em Setúbal está a informar a população sobre os locais disponíveis para a deposição daqueles resíduos domésticos.

A iniciativa, desenvolvida pela Câmara Municipal e a ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, teve início no dia 14 de manhã no Mercado do Livramento, com a presença do vereador do Ambiente e Energia, Manuel Pisco, que explicou a utentes daquele espaço comercial os benefícios ecológicos da separação e recolha de óleos alimentares usados.

“Queremos que se normalize o gesto de deposição de óleos nos oleões”, sublinhou o autarca, salientando que, “à medida que as pessoas se apercebam de que os óleos são resíduos perigosos, vão começar a mudar os seus hábitos”.

Manuel Pisco constata que já se vê “pessoas a colocar os óleos usados nos depósitos”, adiantando que a rede de 24 oleões no Concelho se encontra em fase de arranque, com a Câmara Municipal e a ENA “a testar se os locais são os mais adequados e a analisar as quantidades recolhidas”.

A ação de sensibilização contou com a participação de alunos de cursos de animação sociocultural e de ambiente da Fundação Escola Profissional de Setúbal (FEPS).

“Várias pessoas aceitam de forma muito positiva”, observou Guilherme Barbosa, do curso técnico de Energias Renováveis da FEPS, sobre a reação dos utentes do Mercado do Livramento à divulgação da rede de recolha.

O colega Jorge Rendeiros acrescenta, todavia, que “há muitas pessoas informadas sobre os perigos dos óleos usados e a maioria fica mesmo contente por saber que já tem onde os depositar”.

Esta foi precisamente a reação de Arminda Farinhas, de 63 anos, que até hoje “não sabia onde colocar os óleos lá de casa”, sendo que a partir de agora promete “passar a pô-los no sítio certo quando já não lhes puder dar uso”.

A representante da ENA na ação, Ana Marques, recorda que a implementação da rede de recolha é uma imposição legal, mas que o total de depósitos distribuídos por Setúbal, com a designação de ecobox, ultrapassa o mínimo de vinte oleões exigidos na lei.

A técnica do Departamento de Ambiente da agência ambiental sublinhou que, em trabalho conjunto com a Câmara Municipal, os resultados das recolhas são monitorizados mensalmente, estando previstas avaliações anuais das quantidades recolhidas e dos níveis de contaminação dos resíduos.

“As pessoas devem ter consciência de que a rede de ecobox se destina exclusivamente a óleos vegetais e não devem colocar nos depósitos óleos minerais, como os dos carros”, alertou Ana Marques.

Além das explicações prestadas pelos alunos da FEPS, durante a ação de divulgação são distribuídos folhetos informativos e funis, com filtro, para a facilitar o processo de separação doméstica dos óleos alimentares.

A iniciativa decorre até dia 16, com ações no Mercado do Livramento, das 09h00 às 13h00, e nas ruas da Baixa e na Avenida Luísa Todi, das 14h00 às 16h30.

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