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cidadania 23 de Novembro de 2015
Cruz Vermelha assinala 100 anos

O centenário da Delegação de Setúbal da Cruz Vermelha Portuguesa, assinalado no dia 20 com um programa comemorativo, incluiu a cerimónia de tomada de posse da nova direção da instituição sadina, uma conferência e um apontamento cénico.

O trabalho social desenvolvido pela instituição junto dos mais necessitados e as atividades dinamizadas em áreas como a emergência social, as migrações, a igualdade de género e a prevenção da violência foram elogiados pela presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira.

“Valorizamos intensamente o que nos dá a Cruz Vermelha Portuguesa e, em especial, esta delegação setubalense. Sabemos que convosco estaremos em boas mãos nos momentos mais complicados”, destacou na cerimónia realizada na sexta-feira à tarde, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

A autarca sublinhou que a Cruz Vermelha Portuguesa é constituída por “aqueles homens e mulheres que que nos habituámos a ver onde é mais necessário a ajuda humanitária, aqueles que vão onde mais ninguém pode ir, sempre desinteressadamente, sempre com um espírito de sacrifício incomensurável”.

A tomada de posse da nova direção da Delegação de Setúbal da Cruz Vermelha Portuguesa, constituída por Duarte Machado, presidente, Carla Tavares, vice-presidente, Isabel Machado, tesoureira, José Rodrigues e Eduardo Correia, vogais, foi um dos momentos da cerimónia.

Maria das Dores Meira, ao elogiar a nova direção, em especial, para dar “continuidade ao excelente trabalho que tem sido feito [pela Delegação de Setúbal]”, vincou a disponibilidade da Autarquia para apoiar iniciativas da instituição que contribuam para o “desenvolvimento da criação de mais oportunidades de trabalho”.

A cerimónia, que incluiu um moscatel de honra, contou com alocuções de Duarte Machado, presidente da Delegação de Setúbal da Cruz Vermelha Portuguesa, assim como de Luís Eduardo da Silva Barbosa, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa.

Um apontamento cénico pelo ator José Nobre, que personificou o fundador da Cruz Vermelha Portuguesa, José António Marques, deu a conhecer alguns dos aspetos biográficos do homem que, em 1865, impulsionou a antiga Comissão Portuguesa de Socorros a Feridos e Doentes Militares em Tempo de Guerra.

A cerimónia incluiu, igualmente, a conferência “A fundação e ação humanitária da Delegação de Setúbal da Cruz Vermelha Portuguesa durante a Gripe Pneumónica (1915-1919), pelo investigador Diogo Ferreira, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa.

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