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jazz 30 de Janeiro de 2017
Jazz termina em círculo perfeito

Desidério Lázaro, Penicos de Prata, Luís Cunha Quinteto e Pedro Nobre Quinteto atuaram nos dias 27 e 28 no encerramento do festival Círculo de Jazz, com salas cheias em duas noites de concertos na Sociedade Musical Capricho Setubalense.

Os ritmos de Luís Cunha Quinteto, formação em que o trombonista é acompanhado de Nuno Costa, guitarra, Óscar M. Graça, piano, André Rosinha, contrabaixo, e André Sousa Machado, bateria, abriram a noite do dia 27 na sala de espetáculos da Capricho Setubalense, num concerto com casa cheia.

A atuação de Pedro Nobre Quinteto, no Salão Nobre da instituição, encerrou aquele que foi o terceiro dia de espetáculos da sexta edição do festival Círculo de Jazz.

O evento terminou a 28, dia em que se registou a maior afluência de público na edição deste ano, com a atuação do saxofonista algarvio Desidério Lázaro, que apresentou, na sala de espetáculos da Capricho, o mais recente álbum, “Samsara”.

O último concerto contou com as habituais notas de humor e ironia do quarteto de cordas Penicos de Prata, formação que atuou no Salão Nobre da instituição.

O festival Círculo de Jazz, organizado pela Câmara Municipal de Setúbal, em parceria com a Sociedade Musical Capricho Setubalense e a Experimentáculo – Associação Cultural, decorreu entre 20 e 28 de janeiro, sempre com salas cheias, o que comprova que “o evento está consolidado no programa cultural da cidade”, sublinha Nuno Marques, presidente da Capricho.

No fim de semana de 20 e 21, atuaram Luís Barrigas Trio, Paula Oliveira Quinteto e Isabel Rato Quinteto, a que se juntou o saxofonista e autor César Cardoso, que apresentou o livro “Teoria do Jazz” e dirigiu um workshop de introdução a este estilo musical.

A apresentação do livro e o workshop foram duas novidades integradas na programação do Círculo de Jazz com o objetivo de “alargar o evento para que seja mais do que apenas concertos e deixe marcas na cidade”.

Tendo em conta que “resultaram muito bem”, iniciativas deste género a realizar em paralelo com os espetáculos musicais são para manter.

De salientar também a colocação de uma banca de discos e livros nas noites de concertos, na Capricho, que teve “boa adesão”, uma vez que permite encontrar álbuns que normalmente não estão à venda nos circuitos mais comerciais.

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