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multiculturalidade 10 de Julho de 2017
Museu viaja a Angola e Timor

O património cultural de Angola e Timor-Leste estiveram em destaque em dois eventos, interligados, que se realizaram no dia 8 no Museu do Trabalho Michel Giacometti.

O equipamento municipal, reaberto recentemente após obras de requalificação geral e de renovação do projeto museográfico, voltou à organização de iniciativas de divulgação da diversidade cultural, desta feita com Angola e Timor-Leste no centro das atenções.

A inauguração da exposição “Tribos”, composta por duas dezenas e meia de trabalhos de Samuel Malaia, autodidata natural de Setúbal e com vivências em Angola, foi um dos momentos.

A mostra, com desenhos a esferográfica e tinta da China, é representativa das tribos de Angola, numa exaltação da riqueza étnica e cultural do país africano. Está patente até 17 de setembro, de terça a sexta-feira das 09h30 às 18h00 e ao fim de semana das 14h00 às 18h00.

Os trabalhos são dedicados às tribos Himba, Mucumbai, Mursi, Masai, Mumuhuila, Mangbetu, Hamar, Sambaru, Dassanach, Fulani e Nyangaton, a partir de referências fotográficas de Eric Lafforgue, JanSchegel, JohnKenny, Dori Caspi, Mário Marino e Mário Gerth.

Ainda sobre Angola, foi apresentada uma coleção de poesia de bolso de poetas angolanos, por João Ricardo, da editora Perfil Criativo. “Viagens à Liberatura”, neologismo que alude a “literatura em liberdade”, inclui o livro “O Velho na Praia”, de Rui Manuel Cuca, com ilustrações de Samuel Malaia.

Seguiu-se a tarde intercultural Haksolok Ho Timor, dedicada a Timor-Leste, numa organização da Câmara Municipal de Setúbal com o alto patrocínio da representação diplomática daquele país em Lisboa, em que participaram a 1.ª secretária, Maria de Lurdes Sousa, e os adidos comercial e cultural, Vítor Tavares e José Amaral.

A Embaixada da República Democrática de Timor-Leste montou uma exposição de artesanato, com diversos artigos, cujas funcionalidade e origem antropológica foram explicadas ao muito público presente no evento.

Houve ainda música por alunos do Instituto Musical Mozart, sob orientação do professor António Ribeiro, de origem timorense, e, com a participação do público, um apontamento de dança da apanha do camarão em Timor-Leste, no âmbito dos rituais que se usam para tornar mais agraváveis atividades duras.

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