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finanças 02 de Outubro de 2012
Projeto ajuda a gastar corretamente

A correta gestão das finanças pessoais e a importância de poupar são os temas centrais da mostra interativa “Educação+ Financeira”, inaugurada no dia 2 em Setúbal no âmbito de um projeto que percorre o País.

Na exposição, composta por um filme e um conjunto de jogos, patente até dia 4 na EB 2,3 de Bocage, é possível participar em animações adaptadas às várias faixas etárias, a partir dos 7 anos, para testar e aprofundar os conhecimentos de gestão das finanças pessoais.

A presidente da Câmara Municipal de Setúbal destacou o mérito desta iniciativa desenvolvida pela Caixa Geral de Depósitos e pela Universidade de Aveiro, através do Projeto Matemática Ensino, uma vez que permite “aprender a poupar e a utilizar o dinheiro”, fundamental “designadamente em tempos de crise”.

Aos alunos participantes nas atividades da exposição, Maria das Dores Meira advertiu para a necessidade de reterem a informação transmitida “para, quando forem crescidos, não terem alguém a dizer-lhes que gastaram de mais, como acontece agora com os adultos”.

Alunos do 4.º ano da EB 1 das Amoreiras foram os primeiros a testar os desafios colocados pela exposição “Educação+ Financeira”, numa cerimónia em que, além da presidente da Autarquia, estiveram presentes a vereadora Carla Guerreiro, o coordenador da área de patrocínios da Caixa Geral de Depósitos, Pedro Laranjeira, e a monitora da mostra e representante da Universidade de Aveiro, Catarina Tavares.

A exposição, patente das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00, decorre em três módulos diferenciados, um deles, “Dinheiro para quê?”, para alunos dos 1.º e 2.º ciclos, em que as crianças recorrem a trocas de produtos para conseguirem os itens necessários à superação da prova. A pontuação obtida tem uma equivalência em notas e moedas próprias, “dinheiro” que é colocado a render juros, verificando-se depois a rendibilidade financeira dessa operação bancária.

“Como gastar o dinheiro?”, outro módulo, para alunos do 3.º ciclo, é um jogo de computador que apela a um consumo responsável através da escolha consciente dos produtos desejados e de modo a que a verba disponível não seja esgotada, remanescendo uma parte para ser aplicada.

“Compro ou não compro?”, para estudantes do ensino secundário e o público em geral, aborda a gestão correta do orçamento pessoal, com uma aplicação informática em que os participantes têm de escolher uma profissão, com uma remuneração associada, e uma atividade de lazer, com custos definidos, mantendo níveis de felicidade sem ultrapassar limites do orçamento.

O projeto de literacia financeira integra ainda a conferência “Sensibilizar para uma educação financeira – dinâmicas locais”, destinada à comunidade educativa e ao público em geral, dia 3, às 16h30, na Casa da Baía.

O encontro inclui “Por uma educação financeira”, painel conduzido por Sérgio Cruz, do Projeto Matemática Ensino, “A insolvência pessoal”, por João Domingues, da Associação de Consumidores de Setúbal, e a apresentação de projetos sobre educação financeira desenvolvidos na EB 2,3 de Bocage, intervenção a cargo de Margarida Brandão, mediadora nesta escola e coordenadora local do projeto Empresários pela Inclusão Social, a que se segue um período de debate.

A ação “Educação+ Financeira” começa este ano em Setúbal e percorre o País pelo terceiro ano consecutivo, registando mais de 30 mil visitantes nas duas primeiras edições.

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