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associativismo 08 de Julho de 2013
Rigor garante apoio a associações

Os critérios rigorosos na atribuição de apoios financeiros camarários ao movimento associativo de Setúbal, que, em 2012, ascenderam a 1,2 milhões de euros, foram destacados pela presidente da Autarquia, Maria das Dores Meira, dia 6, num encontro com dirigentes associativos.

“Longe vão os tempos em que os apoios ao movimento associativo em Setúbal eram regulados única e exclusivamente por critérios de amizade, em especial os de amizade partidária”, salientou a autarca na abertura do “8.º Encontro de Dirigentes Associativos de Setúbal”, realizado no Cinema Charlot – Auditório Municipal.

Os apoios ao movimento associativo “estão regulamentados, são transparentes e dependem apenas de critérios públicos, escrutináveis, passíveis de discussão”, vincou Maria das Dores Meira, realçando que, atualmente, os “apoios às associações não estão apenas na ponta da caneta do presidente da Câmara Municipal”.

Na reflexão partilhada no início do encontro, subordinado ao tema “Associativismo: Que necessidades? Que respostas?”, a autarca destacou não só a importância dos apoios municipais às coletividades, mas também o papel relevante e central que as mesmas têm nas atuais sociedades.

“Entendemos estes apoios como uma forma de investir na criação de mais e melhores condições para a promoção do desporto pelas associações setubalenses, na promoção da cultura pelas coletividades”, referiu Maria das Dores Meira, adiantando que, no ano transato, os apoios da Autarquia atingiram mais de 1 milhão e 218 mil euros.

Além dos apoios financeiros, a edil recordou os contributos logísticos às atividades das coletividades assim como a criação de novas infraestruturas, dando como exemplo a construção de campos de relva artificial para o desenvolvimento de atividades desportivas.

O encontro, organizado pela Câmara Municipal de Setúbal, dinamizado ao longo de todo o dia, contou com várias intervenções de dirigentes associativos e especialistas na área das coletividades, períodos de debate e mesas de trabalho destinadas à troca e partilha de experiências.

Os intervenientes no “8.º Encontro de Dirigentes Associativos de Setúbal”, explanando sobre as principais debilidades com que as associações e coletividades se debatem, lançaram ainda propostas com o intuito de contornar o atual contexto socioeconómico existente em Portugal.

“Por tudo isto, queremos continuar ao vosso lado a apoiar a missão que assumiram de fazer mais e melhor pela nossa cidade”, indicou a autarca, exaltando o ciclo de “mudanças extraordinárias que ocorreram na cidade”, do centro histórico à frente ribeirinha, com novos equipamentos públicos e mais espaços verdes para usufrutos das populações.

Maria das Dores Meira criticou as vozes que dizem “que há medo em Setúbal e que os setubalenses têm medo”, referindo que “talvez tenham medo, mas apenas de voltarem a um passado em que se desfigurou a cidade, em que o caos organizativo se abateu sobre a Autarquia, em que a arrogância tomou conta do governo da cidade, em que se abriu as portas à coincineração, em que se privatizou as águas sem qualquer consulta à população.

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