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música 06 de Maio de 2014
Rock nacional dá festival no Sado

Richie Campbell, Boss AC e Xutos & Pontapés encabeçam o cartaz da segunda edição do Rock no Sado, festival de bandas portuguesas que conta atrair a Setúbal, entre 15 e 17 de agosto, cerca de 40 mil pessoas.

“Este ano decidimos fazer com a mesma qualidade da primeira edição, mas mais e maior. Por isso temos agora dois palcos, em vez de um. Temos 26 bandas, em vez de 14”, anunciou o diretor artístico, Pedro Gomes, na apresentação do evento à comunicação social, realizada no dia 5 de maio, ao final da tarde, na discoteca Main, em Lisboa.

O Rock no Sado realiza-se no Parque Sant’Iago, nas Manteigadas, recinto cedido pela Câmara Municipal de Setúbal, e que a presidente da Autarquia, Maria das Dores Meira, considera ser “um sítio espetacular, com todas as condições para acolher um evento desta dimensão”.

No palco principal do festival, o “Arrábida”, passam, no dia 15 de agosto, Richie Campbell e Klepht, a 16, Boss AC e Lemm Project, e, a 17, Xutos & Pontapés, UHF e Alcoolémia.

O palco “Sado”, destinado a bandas mais alternativas, recebe, a 15, Børge, Million Dollar Lips, Zop, Get a Dog, Ol’Jolly Roger, Electric Divinity e os vencedores do Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal deste ano, Dead Stone.

O mesmo espaço acolhe no dia seguinte, a 16, Switchtense, Hills Have Eyes, The Quartet of Woah, Low Torque, Fokker e Phazer.

Ao “Sado” sobem ainda, no dia 17, União das Tribos, que tocaram os dois mais recentes singles na apresentação do festival realizada a 5 de maio, Karpe Diem, Um Zero Azul, Booster, Gente Estranha e Rysko.

“A existência deste palco não quer dizer que se trata de bandas piores. Este segundo palco tem tanta importância como o outro. Por isso cada concerto será a horas diferentes, sem haver sobreposições”, garantiu Pedro Gomes.

Muitos dos grupos ultrapassam o estilo do rock, para o qual o festival foi pensado aquando da criação em 2013. O diretor artístico sublinhou que o maior ecletismo do cartaz “se deve ao facto que se querer alargar o espectro musical aos interesses do público, sem deixar que o rock continue a ser base do programa. Tem é de ser português. Disso não se abre mão. Trata-se de uma causa nacional”.

Esta é, de resto, a principal imagem de marca do Rock no Sado. Um dos grandes objetivos do evento é a realização de um festival de verão, de grandes dimensões e projeção, inteiramente com bandas portuguesas.

Após os concertos, o festival não fecha as portas, com a música a continuar com DJ. Pedro Gomes adiantou que, “sendo setubalense e fazendo um festival em Setúbal, aproveitou-se para prestar homenagem a espaços históricos da noite local, o antigo Seagull, que desapareceu num incêndio há anos, e o Absurdo. Haverá festas temáticas dedicadas àquela discoteca e àquele bar. Por isso a festa vai garantidamente continuar noite fora a cada dia do festival”.

Maya, promotora de eventos e cuja empresa Maya Eventos se associa à organização do festival, salientou que uma das diferenças desta segunda edição do Rock no Sado é o avanço no calendário.

“Passou para agosto, por um lado, por uma questão de conveniência, pois choveu na primeira edição, realizada no início de junho. Por outro, por motivos estratégicos. Em agosto há muito mais gente de férias, em trânsito de um lado de para o outro. Sendo Setúbal a cidade fantástica que é e a zona onde está localizada, com certeza que o festival se vai tornar ainda mais apelativo para muito mais público”, sublinhou na apresentação do evento.

Além da música, o Rock no Sado conta com um parque de campismo gratuito com acesso a sanitários e duches, espaços de restauração e de comércio, uma zona de divulgação empresarial e institucional, uma área dedicada ao tema “Motas e Motards” e um parque de estacionamento diferenciado para carros e motociclos, vedado, vigiado e gratuito ao público.

Os bilhetes já estão disponíveis desde o dia 5 de maio à noite nos pontos de venda habituais para eventos desta natureza.

Durante os próximos 30 dias os passes de três dias custam 25 euros. Depois o valor passa a ser de 30 euros. Os bilhetes diários têm o valor de 15 euros.

Este ano é ainda implementado o bilhete VIP, que dá acesso a uma área reservada e serviço de catering. “Claro que também se pode assistir aos concertos a partir daqui, embora, como em qualquer festival, o que tem mesmo piada é ver os artistas bem próximo e de frente para o palco”, adiantou Maya.

Os bilhetes VIP custam cem euros para o festival completo e 40 para cada um dos dias.

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