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teatro 05 de Outubro de 2015
Teatro ibérico passa por Setúbal

O II Festival Ibérico do Teatro, iniciativa que desde o dia 2 espalhou a arte cénica por Setúbal e Palmela, terminou, a 4, com a estreia de “Quatro Mulheres para uma Ifigénia”, no Fórum Municipal Luísa Todi.

A peça, apresentada pela Theatron – Associação Cultural de Montemor-o-Novo, é uma adaptação da obra de Josep Maria Benet i Jornet “E.R.” e conta a história de uma jovem estudante de teatro à procura de referências sobre uma atriz mítica.

O certame, que decorre entre Portugal e Espanha, organizado pela Federação Portuguesa de Teatro e pela Confederácion de Teatro Amateur “Escenamateur”, contou nesta edição com o envolvimento do GATEM – Grupo de Animação e Teatro Espelho Mágico e os apoios das câmaras municipais de Setúbal e de Palmela.

Para a diretora do GATEM, Céu Campos, grupo que estreou na abertura oficial do certame a peça “O Principezinho”, num Fórum Luísa Todi esgotado, o evento “foi um sucesso e muito benéfico para a partilha de experiências entre os grupos de teatro”, apesar de ter coincidido “com uma semana de eleições legislativas”.

O II Festival Ibérico do Teatro contou com participações portuguesas de Setúbal, Montemor-o-Novo e Loures e espanholas de grupos amadores de Cáceres e Navarra.

De Espanha, marcou presença o Grupo Alhama de Teatro, de Navarra, que apresentou no Cineteatro S. João, em Palmela, no dia 3, a comédia “El Burguês Gentilhombre”. A obra de Molière conta a história de Jordán, um burguês endinheirado exclusivamente centrado nele próprio que sofre as consequências da arrogância e da vaidade.

O Fórum Luísa Todi recebeu ainda, no dia 3, a A.R.G.E.A Teatro, oriunda de Cáceres. A companhia encantou o público com “Troyanas – Mujeres en el campo de batalha”. Baseado em textos de Séneca, Eurípedes e Heiner Muller, a peça de teatro retrata o papel feminino na Guerra de Troia.

O Teatro Independente de Loures apresentou, no dia 4, no Cineteatro S. João, “Histórias para serem contadas”, de Osvaldo Dragún. A peça, escrita em 1956, denuncia os excessos do fervor capitalista através de três histórias do quotidiano.

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