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O terramoto de 1755

A vila de Setúbal, com cerca de 13 mil habitantes, foi fortemente devastada pelo terramoto de 1755.

Pinho Leal, no livro “Portugal Antigo e Moderno”, descreve os acontecimentos do dia 1 de novembro: “… entre as 9 e 10 horas da manhã, estando o céu claro e ser eno e a atmosfera mais quente do que costumava ser naquela estação do ano, principiou a terra a tremer violentamente. Setúbal sofreu mais do que as outras povoações porque saíram da terra grandes jatos d’água, que se levantaram a grande altura, ao mesmo tempo em que o mar, que abandonara a praia, refluiu logo com grande fúria, assolando o porto, destruindo embarcações e matando muita gente.”

Muitas casas caíram. Outras ruíram parcialmente, como a da esquina da Rua das Canas Verdes com o Largo de Santa Maria, onde moravam Clara Francisca (avó do poeta), com as duas filhas.

Nesse período, Setúbal viveu dias de balbúrdia. Dos escombros retiravam-se os mortos e barracas começaram a crescer, de forma desordenada, para abrigar os “sem teto”.

A casa da Rua das Canas Verdes teve de ser reparada e nela passaram a viver os pais de Bocage, depois de casarem, a 6 de junho de 1758. O matrimónio de Mariana Joaquina, então com 33 anos, e José Luís Soares de Barbosa foi celebrado na igreja paroquial de São Sebastião, na Rua de São Domingos, atual Rua Edmond Bartissol.

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