11 de Dezembro de 2017
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Sabemos para onde vamos

Caros Munícipes, Caras Munícipes,

Temos afirmado, com alguma insistência, que queremos mais cidade, mais trabalho, mais rio.

Este é o rumo que seguimos, rumo a que por vezes se chama estratégia, mas que preferimos encarar como uma longa caminhada em que sabemos para onde vamos e como vamos.

Temos um caminho para o desenvolvimento bem delineado, o que facilmente pode ser comprovado nos documentos publicados no âmbito da revisão do PDM.

A correção deste caminho é aferida pelo facto de todas as candidaturas apresentadas no anterior quadro comunitário terem tido sucesso, exatamente porque foram enquadradas por uma clara visão estratégica de desenvolvimento do concelho e da cidade.

Falo da Praia da Saúde, do Mercado do Livramento, do Fórum Municipal Luísa Todi, da Casa da Baía, da Casa da Cultura, da Escola de Hotelaria e Turismo ou do Convento de Jesus, apenas para referir os casos mais evidentes que têm aumentado a qualidade da nossa cidade e atraído mais visitantes, mais turistas, mais investimento.

Os principais investimentos feitos em Setúbal nos últimos anos apenas foram possíveis graças ao rumo traçado, num caminho que inclui estudos urbanísticos que permitiram o enquadramento destas iniciativas.

Os exemplos mais notórios são o Centro Comercial Alegro, possível no âmbito do Estudo Urbanístico da Entrada Norte, que veio a dar origem ao recentemente aprovado Plano Urbanístico da Entrada Norte da Cidade de Setúbal, e a Decathlon, possível graças ao Estudo Urbanístico de Monte Belo.

Este é o contexto em que a Câmara Municipal sente a necessidade de fazer o enquadramento especializado da sua estratégia no próximo quadro comunitário, que é muito mais complexo do que o anterior e exige enquadramento mais alargado, designadamente com os territórios da Área Metropolitana de Lisboa.

A estratégia que tem gerado franco desenvolvimento do concelho e notória melhoria da qualidade urbana e dos serviços prestados pela autarquia desmente todo e qualquer aproveitamento oportunista que alguns tentam construir com narrativas desfocadas do que é atualmente a cidade.

Narrativas deslocadas do que muitos setubalenses e azeitonenses sabem do que é hoje a transformação do nosso concelho.

Vamos continuar a caminhada.

Com todos os que queiram vir connosco.

Mesmo que tenhamos de ultrapassar as enormes barreiras que nos são atravessadas no caminho por sucessivos ataques ao Poder Local, configurados nos constantes cortes das transferências do Orçamento do Estado para as autarquias, transformadas, pelo presente Governo, em bodes expiatórios de erros cometidos sempre pelos mesmos em décadas de políticas erradas e prejudiciais.

O país que hoje conhecemos, com infraestruturas básicas, culturais, educativas, desportivas e de apoio à atividade empresarial, é o resultado de quase quarenta anos de poder local democrático.

A grande obra de desenvolvimento do país no século XX e neste princípio de novo século deve-se, sem qualquer dúvida, às autarquias.

Perante tão grande feito, é estranho que sejam sempre os autarcas os alvos de constantes ataques; de constantes estrangulamentos financeiros e outros.

Sem autarquias, Portugal seria outro país.

Com toda a certeza, pior.

 

Maria das Dores Meira

Presidente da Câmara Municipal de Setúbal

 

setembro.2014

 

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