‘Assim Devera Eu Ser’

O espetáculo para toda a família “Assim Devera Eu Ser”, criado em homenagem a Amália Rodrigues, com a participação de Catarina Moura, Celina da Piedade e Sara Vidal, é apresentado a 26 de janeiro, às 21h00, no Fórum Municipal Luísa Todi.


Aliando a música tradicional portuguesa aos poemas escritos por Amália Rodrigues, a criação cénico-musical recupera o repertório e poesia da fadista e revisita o tempo em que cantava enquanto bordava, engomava e vendia fruta nas ruas.

Inicialmente pensado para o público infantojuvenil, “Assim Devera Eu Ser” tem-se revelado um espetáculo para todas as idades, onde os mais novos ficam a conhecer quem era Amália Rodrigues e os mais velhos recordam os tempos mais antigos.

Em palco, a acompanhar Catarina Moura (voz), Celina da Piedade (voz e acordeão) e Sara Vidal (voz e harpa) está o músico Ricardo Silva, na guitarra portuguesa.

“Com eles, entramos no tempo da história da Cigarra e da Formiga, quando cantar não era profissão, cantava-se para ganhar a vida. Mesmo assim, pobre, Amália-Menina não foi como a Cigarra, em vez de ir à escola, Amália-Formiga-Menina foi bordadeira, bordava linhas e palavras, palavras do mundo do fado, mas também de outros mundos sonoros e musicais”, refere a sinopse do espetáculo.

A produção de “Assim Devera Eu Ser” é da Sons Vadios e da Tarrafo – Associação Cultural, a encenação e dramaturgia é de José Rui Martins, a partir da biografia “Amália” de Vítor Pavão dos Santos, enquanto a consultoria musical está a cargo de Amélia Muge.

O espetáculo, realizado pela primeira vez em 2020 para assinalar o centenário do nascimento de Amália Rodrigues, é apresentado em Setúbal com o apoio da Câmara Municipal, no âmbito do projeto municipal Venham Mais Vinte e Cincos, que comemora os 50 Anos do 25 de Abril no concelho.

Os bilhetes custam 12,5 euros, podendo ser adquiridos no Fórum Municipal Luísa Todi ou na BOL – Bilheteira Online.