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Os D.A.M.A atuam no dia 20, no Fórum Municipal Luísa Todi, no âmbito do Festival Regresso ao Futuro, iniciativa nacional que marca o retorno dos artistas portugueses aos palcos.


Depois de quase quatro meses de silêncio e muitos concertos reagendados em virtude da pandemia de Covid-19, a música já tem data de regresso ao Fórum Municipal Luísa Todi.

Os ritmos da banda de Miguel Cristovinho, Miguel Coimbra e Francisco Pereira (Kasha) ocupam a sala setubalense do dia 20, a partir das 21h30, no âmbito do Festival Regresso ao Futuro, a primeira grande iniciativa musical durante o desconfinamento em Portugal.

No mesmo dia e à mesma hora, além do concerto dos D.A.M.A, mais vinte atuações compõem o novo festival promovido pela Sons em Trânsito, que pretende reforçar a importância dos teatros e salas de espetáculos municipais para a sustentabilidade da cultura em Portugal numa altura em que o setor está parado há vários meses.

Os bilhetes, à venda no Fórum Luísa Todi ou em www.bol.pt, têm o valor único de dez euros, que reverte a favor do Fundo de Solidariedade para a Cultura, gerido pela Audiogest, entidade de gestão de direitos de produtores fonográficos, em conjunto com a GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas.

Este fundo pretende apoiar financeiramente profissionais, incluindo independentes e trabalhadores do setor cultural, que se encontram a braços com uma crise sem precedentes, tantos deles arredados dos apoios públicos, precisamente fruto da precariedade estrutural do setor.

Formados em Lisboa em 2006, os D.A.M.A começaram por ser um projeto de pop-rap.

Progressivamente, têm procurado libertar-se de restrições musicais, procurando sempre escrever canções com que as pessoas se identifiquem e que transmitam uma mensagem positiva.

Com mais de 245 mil seguidores no Facebook, a banda tem os sucessos maiores em “Balada do Desajeitado” e “Luísa”, cada uma delas com mais de nove milhões de visualizações no Youtube.

O primeiro álbum dos D.A.M.A, acrónimo de Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo, foi lançado em setembro de 2014. Uma Questão de Princípio vendeu mais de 30 mil cópias, atingindo a distinção de Platina.

 

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