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A oferta rodoviária de transporte público de passageiros na região metropolitana de Lisboa chega aos 90 por cento da disponibilidade regular, ou seja, àquela que existia no início do ano, antes da pandemia.


A reposição da oferta de transportes públicos, anunciada em reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa, começa progressivamente no dia 27 para dar resposta às situações mais urgentes.

Em comunicado da AML – Área Metropolitana de Lisboa, o primeiro-secretário Carlos Humberto refere que “a ideia é, nesta fase, consolidar uma oferta de 90 por cento, dando depois resposta ao aumento dos serviços consoante a necessidade” e “tendo em conta a própria capacidade de resposta de cada um dos operadores privados”.

O reforço do serviço é, segundo o comunicado, transversal a todos os operadores rodoviários privados de transporte público de passageiros e representa uma melhoria substancial da oferta, que até aqui era de 60 por cento face ao período pré-pandémico da Covid-19.

Este aumento, segundo Carlos Humberto de Carvalho, “só é possível graças à convergência de ideias” entre Governo, autarquias, AML e operadores, e “implica um esforço financeiro suplementar” de cerca de dez milhões de euros por mês, “acrescidos aos mais de dez milhões já investidos mensalmente no sistema de transportes públicos” através do Programa de Apoio à Redução Tarifária.

Carlos Humberto destaca ainda que autarcas e operadores “estarão mais atentos” e que a AML analisará “linha a linha, percurso a percurso, horário a horário”, de forma a perceber as reais necessidades de um reforço adicional.