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Janeiro de 2025
Outubro de 2025
359 584,68 € (IVA incluído)
Empreitada.
Obra adjudicada a COLICAPELA 2 – Construções, Lda.
O futuro equipamento vai criar melhores condições aos vendedores do atual Mercado de Brejos de Azeitão e vai valorizar a estrutura económica nesta mancha do território.
Criação de um novo e moderno mercado municipal para substituir o atual Mercado de Brejos de Azeitão, permitindo diversificar e ampliar a já existente oferta tradicional de produtos frescos.
Este equipamento visa atender às necessidades crescentes da comunidade e dos vendedores que se encontram no atual Mercado Brejos de Azeitão, fornecendo um espaço moderno, com lojas maiores e que permitem cumprir com os mais existentes requisitos higiossanitários e aspetos base relacionados com o funcionamento de mercados municipais, valorizando a estrutura económica desta mancha do território, e integrando-se harmoniosamente na paisagem circundante.
Estas instalações serão totalmente acessíveis a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada.
Área objeto de intervenção
O terreno situa-se na freguesia de Azeitão, confrontando a sul com a Rua Stuart Carvalhais, a nascente com a Rua Mário Viegas e a poente com a Rua Ana de Castro Osório.
Integração urbana e paisagística da operação e relacionamento funcional com a envolvente
A área de intervenção, atualmente uma área verde natural, manter-se-á aberta para o terreno circundante após a intervenção.
Nesta intervenção procura-se abrir a frente do edifício para a Rua Stuart Carvalhais e delimitar um corredor em seu redor – permitindo um livre acesso dos funcionários e das mercadorias às entradas de serviço de cada espaço comercial. É também adotado o acesso secundário através da Rua Ana de Castro Osório, onde se localizam os contentores de RSU exteriores.
O edifício encontra-se implantado sensivelmente de nível com a Rua Stuart Carvalhais, naquela que é a sua entrada principal, que poderá ser encerrada pelos vãos exteriores aí existentes.
Em volta do edifício propõe-se uma plataforma nivelada à sua cota, facilitando o acesso às várias entradas de serviço, sendo que o desnível entre esta plataforma e o terreno circundante será feito através de suaves taludes em áreas verdes. Desta forma, consegue-se garantir de forma simples a acessibilidade a pessoas – tanto funcionários como utentes – e a cargas e descargas, salvaguardando ainda as necessidades de pessoas de mobilidade reduzida.
Com o intuito de harmonizar a solução desenvolvida com a zona maioritariamente habitacional onde se insere, apostou-se em volumes simples e claros, procurando criar-se uma coerência de linguagem arquitetónica que se transpõe para os materiais usados e as suas cores, como é possível verificar nas imagens tridimensionais em anexo. Ainda assim, introduziu-se uma solução de sombreamento da área de circulação principal singular, marcando a entrada do edifício e dotando-o de uma imagem forte e marcante, que seja reflexo da sua identidade, salvaguardando simultaneamente uma relação permanente com a envolvente e conforto da utilização dos seus diferentes espaços.
Considera-se que, globalmente, as soluções encontradas permitem que a edificação proposta se estabeleça como um ponto de interesse preponderante na sua envolvente, contribuindo para a valorização de toda a zona circundante.
Programa de utilização da edificação
Com a preocupação sempre presente de responder às necessidades apontadas no Programa Preliminar, a entrada no edifício é feita praticamente de nível com a Rua Stuart Carvalhais, através de três vãos que permitem encerrar o edifício.
A partir desta entrada acedemos ao Corredor Central, um espaço de dimensões francas que se assume como a “rótula” de articulação de todo o edifício e como centro da sua vertente pública, coberto por uma estrutura de madeira com painéis de cobertura sandwich, que isola os utentes deste espaço das condições climatéricas exteriores. É neste corredor que se encontra a totalidade dos seis Espaços Comerciais, cada um deles com um vão de vidro de grandes dimensões que funciona como montra expositiva e como acesso do corredor ao interior do espaço.
Cada um destes espaços tem ainda uma entrada secundária diretamente do exterior do edifício, facilitando a entrada de pessoas e, principalmente, de cargas e mercadorias, assegurando que estas não se cruzam com os clientes.
No final do Corredor Central, para além das instalações sanitárias de utilização pública e com separação por sexo, encontra-se a entrada para a Área de Gestão de Resíduos, e a entrada para um corredor de circulação, destinado aos trabalhadores deste edifico, a partir do qual se pode aceder à Copa, aos Arrumos, ao Gabinete, e aos dois Balneários.
Desta forma, considera-se que a solução atende às necessidades de espaço e funcionamento geral apontadas pelo Programa Preliminar, assegurando que, com este edifício, se responderá às necessidades crescentes da comunidade e dos vendedores.
Toda a área útil do edifício é acessível e de franca mobilidade, segundo os termos definidos no Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de agosto.
Quadro sinótico
• Área total de implantação | 414.54 m²
• Área total de construção | 414.54 m²
• Área de construção acima do solo | 414.54 m²
• Área de construção abaixo do solo | 0 m²
• N.º de pisos acima do solo | 1
• N.º de pisos abaixo do solo | 0
• Altura da edificação | 5.42 m
• Cota de Soleira | 61.15 m