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Reunião Pública Ordinária dia 4 de junho, às 16h30. Assista aqui em direto
Outubro de 2025
60 dias
Empreitada adjudicada a Thames, Lda
146 318,64 € (IVA incluído)
A intervenção localiza-se na urbanização da Brejoeira, na Freguesia de Azeitão, junto ao Parque do Morango.
É delimitada pela Rua Mário Viegas, a nascente; a Rua Stuart Carvalhais, a sul; a Rua Ana de Castro Osório; e, a norte, por uma zona de pinhal de pinheiro-bravo.
Nos limite sul, existe um bolsa de estacionamento; nos limites poente e nascente dois arruamentos, tendo apenas passeio o primeiro.
O terreno apresenta um desnível máximo pouco superior a um metro, sendo mais elevado na zona sudeste, atingindo as cotas mais baixas na zona oposta (noroeste), na Rua Ana de Castro Osório.
A proposta promove a inclusão social e a acessibilidade ao mercado e a todos os espaços de forma segura, contínua e confortável, assegurando-se a ligação aos espaços envolventes, incluindo a construção de duas passagens de peões.
Prevê a utilização de pavê nos passeios à semelhança do pavimento existente.
Na envolvente do edifício e no acesso para cargas e descargas o pavimento preconizado é também em pavê sem bisel, de forma a permitir o acesso de empilhadores e facilitar a limpeza do pavimento.
No tardoz do mercado prevê-se um acesso para cargas e descargas em pavê de betão.
Prevê-se uma ilha para contentores de RSU, incluindo resíduos sólidos indiferenciados, biorresíduos e ecoponto para papel, plástico, metais e vidro.
O estacionamento existente na Rua Stuart Carvalhais é organizado e passa a incluir um lugar para pessoas com mobilidade condicionada e um lugar para cargas e descargas.
Preconizou-se mobiliário urbano, como bancos, papeleiras e pilaretes.
Preveem-se zonas verdes biodiversas com árvores, no passeio junto à entrada principal e na lateral poente do mercado, e prado regado, que amenizam os volumes construídos e as amplitudes térmicas constituindo também um habitat para insetos polinizadores e pequenas aves.
A solução adotada leva ao acréscimo da impermeabilização do terreno, devido ao edifício e pavimentos (impermeáveis).
No entanto, o escorrimento superficial faz-se maioritariamente para zona de pinhal, onde a água é retida e infiltrada no terreno, recarregando os lençóis freáticos, evitando-se a descarga na rede existente.
A modelação do terreno inclui fundamentalmente o aterro necessário para nivelar a plataforma de implantação do mercado e pavimentos envolventes.
Procurou-se implantar soluções de pavimentos que sejam consentâneas com a utilização do espaço exterior.
Os lancis previstos são de betão de 8 cm, na transição entre espaços verdes e passeios e 12/15 cm de largura na faixa de rodagem e no estacionamento.
Os lugares de estacionamento são marcados com linhas brancas e amarelas, contínuas, com 10 cm de largura.
Os pavimentos dos passeios são em pavê vibro-prensado cinza.
Na envolvente do edifício e no acesso para cargas e descargas preconiza-se pavimento em pavê. Todas as áreas são acessíveis aos peões.
Nas passagens de peões de superfície o passeio é rebaixado e a textura e cor do pavimento é diferente.
As caldeiras, niveladas com o pavimento circundante, são delimitadas com lancil de betão e revestidas com blocos de pavimento cerâmico perfurado.
Em todas as situações em que for necessário proceder ao nivelamento das caixas de infraestruturas (caixas de esgotos, águas, EDP, PT, sumidouros, etc.), resultantes da implantação dos pavimentos, há que incluir o arranque dos aros, acrescento das caixas, execução de nova base de betão, fixação dos aros e remates com os pavimentos contíguos.
A solução de rega proposta promove uma eficaz utilização da água e minimiza as suas perdas recorrendo-se para o efeito a um sistema que integra um programador de rega e setores de aspersores e brotadores.
A rega será essencial, no período estival, de abril a outubro, na fase de instalação da vegetação, sobretudo nos primeiros 2/3 anos após a plantações e sementeiras.
Após esse período as necessidades de água serão menores, podendo mesmo anular-se no caso das árvores e reduzidas ao mínimo necessário para garantir a sobrevivência das plantas no caso do prado, uma vez que foram selecionadas espécies resistentes ou, pelo menos, tolerantes à falta de água no verão.
A rede de rega será abastecida a partir da rede pública de água existente.
A adução de água aos setores é controlada por eletroválvulas instaladas em caixas de proteção.
As eletroválvulas estão ligadas a solenóides que recebem por um cabo elétrico as informações do controlador de rega, no que respeita à abertura e fecho.
O dimensionamento dos tubos dos setores de rega foi sujeito à regra de eficiência de Christiansen, de modo a que a diferença de pressão de funcionamento entre os aparelhos de rega colocados nas posições mais favorável e mais desfavorável, dentro do mesmo setor, não ultrapasse 20% da pressão nominal.
Os ramais de rega serão constituídos por tubo PEAD PN 1,0 MPa.
A rega das áreas de prado é assegurada por um sistema por aspersão com aspersores com geometria de rega dependente da área a regar.
A rega das árvores em caldeira é assegurada por um brotador em cada uma.
Previram-se também bocas de rega para acoplamento de mangueira, destinada à rega no caso de avaria do sistema automático e à lavagem dos pavimentos.
O sistema de programação terá com tecnologia bluetooth.
A automatização de rega funciona com um solenóide que aciona as eletroválvulas por impulsos produzidos pelo programador de rega, instalado na caixa das eletroválvulas.
A rega será efetuada preferencialmente durante o período noturno, de modo a minorar as perdas de água por evaporação e quando os consumos são menores.
Prevê-se também a colocação de bancos sob as árvores propostas, em locais desafogados, bem como papeleiras junto das passagens de peões.
De forma a evitar o estacionamento, previu-se a colocação de pilaretes nos passeios.
As árvores propostas são caducifólias e estão presentes na zona verdes e em caldeiras nos passeios, garantindo sombra e diminuição da temperatura no verão e a passagem da radiação solar no inverno, amenizando também os volumes construídos e ajudando a captar o CO2.
Preveem-se cinco árvores de duas espécies.
O revestimento do solo foi assegurado com recurso a prado florido.
A terra utilizada nas plantações e sementeiras deverá ser proveniente da decapagem da camada superficial de solos de melhor qualidade, depois de devidamente limpa e cirandada.
A Iluminação pública será tratada no respetivo projeto de especialidade, tendo como objetivo a harmonização da iluminação existente com a nova iluminação dos espaços previstos, criando condições para a utilização durante a noite, em conforto e segurança.