
[su_icon_text color=”#4f4d4d” icon=”icon: calendar” icon_color=”#109dd3″ icon_size=”20″ target=”blank”]Data de consignação
Pendente[/su_icon_text]
[su_icon_text color=”#4f4d4d” icon=”icon: calendar-check-o” icon_color=”#109dd3″ icon_size=”20″ target=”blank”]Prazo previsto de execução
150 dias[/su_icon_text]
[su_icon_text color=”#4f4d4d” icon=”icon: wrench” icon_color=”#109dd3″ icon_size=”20″ target=”blank”]Género
Empreitada adjudicada a Constradas – Estradas e Construção Civil, S.A.[/su_icon_text]
[su_icon_text color=”#4f4d4d” icon=”icon: euro” icon_color=”#109dd3″ icon_size=”20″ target=”blank”]Investimento
597 628,00 €
(IVA incluído)[/su_icon_text]
[su_icon_text color=”#4f4d4d” icon=”icon: thumbs-o-up” icon_color=”#109dd3″ icon_size=”20″ target=”blank”]Objetivos
Reperfilamento da Avenida de Moçambique.
A intervenção insere-se num conjunto de requalificações que a Câmara Municipal tem vindo a implementar nesta zona da cidade, com o objetivo de potenciar a “Mobilidade para Todos”, através da reestruturação da rede pedonal e ciclável, criando melhores condições de fruição do espaço público.
A Câmara Municipal desenvolveu um estudo urbanístico para a Envolvente do Parque Urbano da Várzea, sobre as formas e condições de ocupação da área urbanizável, definida no PDM em vigor, do qual resultou um modelo de reformulação da malha viária, que articula as funções de distribuição urbana de serviço local e de acesso ao parque urbano. No âmbito desse plano, foi executado o prolongamento da Avenida de Moçambique até à Estrada dos Ciprestes.
A intervenção agora proposta, visa o reperfilamento da Av. de Moçambique, entre a Av. Dr. António Rodrigues Manito e a Rua Eng. Henrique Cabeçadas, concluindo as intervenções no eixo viário de ligação entre os eixos principais.
Prevê-se a execução de uma rotunda na ligação entre a Av. de Moçambique e a Av. Dr. António Rodrigues Manito, eliminando o atual entroncamento semaforizado.
Para a melhoria das condições de segurança, prevê-se a redução da largura da faixa de rodagem, com a consequente redução de velocidade de circulação, permitindo igualmente, o aumento e reorganização dos lugares de estacionamento.
A intervenção inclui a execução de uma ciclovia ao longo de toda a extensão do arruamento, permitindo a ligação deste modo de circulação, entre a futura ciclovia da Av. Dr. António Rodrigues Manito e o Parque Urbano da Várzea.
CARACTERIZAÇÃO DO TRAÇADO
Planta
No âmbito da presente intervenção foram definidos os seguintes eixos de cálculo:
- Eixo 1 – corresponde ao reperfilamento da Av. de Moçambique, desenvolvendo-se numa extensão de 411m aproximadamente.
- Eixo 2 – corresponde à definição da nova rotunda a implementar na ligação da Av. de Moçambique com a Av. Dr. António Rodrigues Manito, desenvolvendo-se numa extensão de 100m aproximadamente.
Perfis Transversais Tipo
As características dos Perfis Transversais Tipo encontram-se indicadas nas peças desenhadas.
De seguida, apresentam-se as principais características geométricas:
- N.º de vias – 1+1 (bidirecional)
- Largura das Vias – 3,25m c/u
- Passeios – variáveis, 2,60m mín.
- Ciclovia – 2,20m
- Estacionamento longitudinal – 2,25m
- Estacionamento perpendicular – 5,00m
PAVIMENTOS
Prevê-se manter em grande parte o pavimento da faixa de rodagem existente, sendo aplicável apenas uma fresagem e recarga sempre que seja possível compatibilizar as cotas propostas com as existentes.
Em seguida, apresentam-se os diversos pavimentos propostos:
Pavimento Tipo 1 – Faixa de Rodagem, plataforma a manter
- Fresagem com 5cm de espessura;
- Camada de desgaste em betão betuminoso AC 14 surf ligante (BB), com inertes basálticos, com 0,05m de espessura sobre rega de colagem.
Pavimento Tipo 2 – Faixa de Rodagem, zonas de alargamento
- Camada de desgaste em betão betuminoso AC 14 surf ligante (BB), com inertes basálticos, com 0,05m de espessura sobre rega de colagem;
- Camada de base em macadame betuminoso AC20 base ligante (MB) com 0,09m de espessura, sobre rega de impregnação betuminosa;
- Camada de base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,20m de espessura;
- Camada de sub-base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,20m de espessura.
Pavimento Tipo 3 – Paragens BUS e berma interior da rotunda
- Calçada grossa em cubos de granito com 11cm de aresta, assente sobre almofada de cimento e areia ao traço 1:4, com 5cm de espessura;
- Laje de Betão C20 com 0,20m de espessura;
- Camada de sub-base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,20m de espessura.
Pavimento Tipo 4 – Acessos a Pracetas (elevado ao nível do passeio)
- Calçada grossa em cubos de granito com 11cm de aresta, assente sobre almofada de cimento e areia ao traço 1:4, com 5cm de espessura;
- Camada de base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,20m de espessura.
Pavimento Tipo 5 – Passadeiras em Acessos a Pracetas (elevado ao nível do passeio)
- Calçada grossa em cubos de vidraço com 11cm de aresta, assente sobre almofada de cimento e areia ao traço 1:4, com 5cm de espessura;
- Camada de base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,20m de espessura.
Pavimento Tipo 6 – Passeios
- Calçada miúda em cubos de vidraço com 5/7cm de aresta, assente sobre almofada de cimento e areia ao traço 1:4, com 5cm de espessura;
- Camada de base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,15m de espessura.
Pavimento Tipo 7 – Lugares de Estacionamento
- Calçada em Pavês de Betão, retangulares, na cor indicada nas peças desenhadas, com as dimensões 20x10x8cm3, assente sobre almofada de cimento e areia ao traço 1:4, com 5cm de espessura.
Pavimento Tipo 8 – Ciclovia
- Camada de desgaste em betão betuminoso AC 14 surf ligante (BB), com inertes basálticos, com 0,05m de espessura sobre rega de colagem, pintada com slurry sintético (1 Kg/m2/demão, 2 demãos).
Pavimento Tipo 9 – Faixas de guia e de alerta, de acesso a passadeiras
- Lajetas do tipo tátil, guias e alerta, retangulares, cor vermelho, com 40x40x3,8cm3, assentes sobre almofada de cimento e areia ao traço 1:4, com 5cm de espessura.
- Camada de base em Agregado Britado de Granulometria Extensa (ABGE) com 0,15m de espessura.
SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA
A definição da sinalização em geral foi efetuada tendo em consideração os critérios estabelecidos pelos serviços técnicos da Câmara Municipal, bem como pela legislação em vigor, nomeadamente pelo Decreto Regulamentar n.º 22-A/98 de 01/10/98, reformulado pelo Decreto Regulamentar n.º 41/2002 de, 20 de agosto, com especial atenção para a:
- Localização dos sinais de forma a torná-los bem visíveis sem reduzir a visibilidade geral das vias;
- Simplicidade dos sinais para que a sua leitura seja rápida e de fácil compreensão;
- Garantia de circulação com o máximo de fluidez e segurança. Na fase de construção, deverá ser instalada uma sinalização temporária que garanta a necessária segurança, bem como a sua adequabilidade ao faseamento construtivo que se vier a propor.
Sinalização Horizontal
As marcas rodoviárias a colocar serão executadas com recurso a materiais de características retrorrefletoras, de cor branca, aplicadas a quente por processo “spray” ou manual (termoplástico), obedecendo às recomendações das Estradas de Portugal para as estradas da rede fundamental.
Dadas as características geométricas do traçado, bem como as dimensões dos perfis transversais tipo e as distâncias de visibilidade, optou-se por larguras de traço e espaçamentos compatíveis com velocidades da ordem 40-60Km/h.
Estão previstas linhas longitudinais contínuas e tracejadas, a aplicar conforme representado nas respetivas peças desenhadas.
Foram contempladas igualmente marcas transversais e outras marcas, tais como:
- Barras de paragem
- Passadeiras
- Triângulos
- Pictogramas em ciclovias
Sinalização Vertical
A sinalização vertical prevista visa garantir, em conjunto com as marcas rodoviárias, um correto controlo de tráfego, sendo basicamente constituído por sinais de código e de orientação.
Os sinais de código a instalar serão triangulares, circulares, octogonais ou quadrados e terão as dimensões de L=0,60m. Os sinais serão executados em chapa de alumínio. A sua colocação será feita em poste metálico implantado em fundação de betão, tendo uma altura de 2,40 metros da base ao solo, tomando como referência o pavimento.
DRENAGEM
De acordo com os elementos cadastrais, toda a zona está dotada das necessárias infraestruturas de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais.
As intervenções previstas na rede de drenagem no âmbito do presente estudo, correspondem a relocalizações dos órgãos de recolha de águas pluviais, por forma a compatibilizá-los com a nova geometria viária proposta.
As soluções propostas estão compatibilizadas com as intervenções previstas no âmbito do estudo “Requalificação da drenagem do sistema de drenagem pluvial”, da Câmara Municipal de Setúbal, que contempla intervenções na Rua Cidade Debrecen e Av. de Moçambique.
VANTAGENS E BENEFÍCIOS DA INTERVENÇÃO
Melhorar e simplificar a circulação viária e criar circuitos pedonais e cicláveis mais amplos e seguros, com o objetivo de potenciar a “mobilidade para todos”, através da reestruturação da rede pedonal e ciclável, criando melhores condições de fruição do espaço público.
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