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Maio de 2025
Maio de 2025
15 600,00 €
(acresce o IVA à taxa legal em vigor)
Administração direta
Melhoria das condições de circulação pedonal, de estacionamento e de circulação e segurança rodoviária.
A Câmara Municipal de Setúbal, através do DOM/DITVIC – Divisão de Trânsito e Vias de Comunicação, executou a repavimentação da Rua da Camarinha, na freguesia de São Sebastião.
No total foi repavimentada uma área estimada em 1 871,44 m2 correspondendo a cerca de 240 toneladas de massas asfálticas. As massas asfálticas foram adquiridas pela Junta de Freguesia de São Sebastião.
A obra consistiu na fresagem prévia do pavimento existente e na posterior execução de uma nova camada de betão betuminoso. Esta intervenção surgiu na sequência da recente empreitada de requalificação do arruamento.
Em tempo
Conforme referido, esta intervenção veio complementar uma obra entretanto concluída pela Junta de Freguesia de S. Sebastião. Tratou-se de uma obra com o valor de 139.953,72 € (acrescida de IVA à taxa legal em vigor), com responsabilidade da J.F.S.S., executada de acordo com projeto fornecido pelos serviços do DOM/DIPCEM, da Câmara Municipal, que também fizeram o acompanhamento da mesma. Esta obra foi iniciada em agosto de 2024 e teve um prazo de execução de cerca de 180 dias, adjudicada à empresa Estrela do Norte – Engenharia e Construção, S.A. De seguida, descreve-se o resumo da empreitada entretanto concluída pela junta de freguesia:
INTRODUÇÃO
Requalificação da Rua da Camarinha, na freguesia de São Sebastião. Esta obra visou o desenvolvimento de uma intervenção com os objetivos essenciais de organizar e melhorar o espaço, dotando-o de percursos acessíveis, áreas de estadia e ensombramento tendo sempre em conta que se pretendia um espaço multigeracional, garantindo a funcionalidade e a mobilidade entre espaços.
ENQUADRAMENTO E CARACTERIZAÇÃO
O espaço de intervenção tem cerca de 3700m2 e caracteriza-se como uma via de acesso automóvel com serviços e comercio. É uma zona com muito movimento, muito atrativa que interliga escolas e várias áreas comerciais, para além de ser uma área habitacional. No entanto é uma zona sem qualidade urbana sem locais de estadia onde o carro tem o papel principal e o peão ocupa os espaços sobrantes. A Rua da Camarinha é um eixo estruturador do Bairro da Camarinha, com tráfego intenso de veículos ligeiros, transportes públicos e transporte de mercadorias. Além da ligação a outras ruas estruturantes, possui várias interseções com outras ruas do bairro. O piso térreo dos edifícios é ocupado predominante por comércio e serviços (cafés, pastelarias, mercearias, farmácia, etc.). Apresentava uma imagem negativa devido a vários aspetos, salientando-se:
> Tráfego com congestionamento frequente sobretudo no cruzamento semaforizado da Rua da Camarinha e cruzamento com Rua do Rosmaninho;
> Estacionamento escasso e desordenado, ocupando os passeios e a faixa de rodagem;
> Vários tipos de pavimento nas zonas de estacionamento (calçada grossa de cubos de vidraço, calçada grossa de cubos de granito, betuminoso);
> Faixa de rodagem com pavimento (betuminoso) degradado e sinalização horizontal deficiente;
> Passeios com abatimentos, buracos, remates deficientes e com barreiras urbanísticas;
> Excessiva diversidade de pavimentos nos passeios (calçada de vidraço grossa e miúda, betonilha, diversos tipos de blocos de betão (I, holanda, uni);
> Falta de rebaixamento de alguns passeios nas zonas das passagens de peões;
> Contentores de resíduos sólidos urbanos de superfície em grande número;
> Excessiva diversidade e degradação do mobiliário urbano (pilaretes metálicos cinzentos, baias metálicas azuis, floreiras de betão de cor natural);
> Ausência de vegetação e acessibilidades.
Verificou-se a presença de diversos aspetos que se tornaram condicionantes do projeto, tais como:
> Necessidade de estacionamento;
> Criação de acessibilidades;
> Infraestruturas existentes;
> Colocação de zonas verdes.
Com o intuito de solucionar os problemas detetados e qualificar este espaço apresentou-se uma proposta de intervenção que através do recurso a determinados elementos de projeto como pavimentos, vegetação e mobiliário urbano que visou facilitar a perceção e apropriação dos diferentes espaços e, procurando, também, atribuir-lhe uma estrutura de vivências adequadas às múltiplas necessidades definidas para um espaço com características tão próprias.
PROPOSTA
Tendo em conta a análise efetuada ao local e aos seus problemas, foi elaborada uma proposta que procurou tornar esta área numa zona pedonal de encontro e estadia com acessibilidades e em convivência com o automóvel. Tornou-se assim uma zona mista de velocidade 30, com diminuição da via automóvel para 7m, criação de passadeiras acessíveis e em pavimento diferenciado e estacionamentos bem demarcados onde os carros têm de diminuir a velocidade e ocupar menos espaço. A organização espacial deste espaço e, consequente, composição formal é resultante da necessidade de disponibilizar aos seus utilizadores corredores livres de circulação com o mínimo de 1,20m e locais de estadia com esplanadas ou floreiras com bancos. Foram propostas a utilização de floreiras pois o espaço está cheio de infraestruturas e a abertura de valas para colocação de árvores não seria viável. Apenas na maior área de esplanada são colocadas árvores.