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Viaduto da Avenida Luísa Todi | Proteção das cornijas de betão

Obra de proteção das cornijas de betão do viaduto da Avenida Luísa Todi
Viaduto das Fontainhas recebe obra para melhorar segurança rodoviária e pedonal

CONSIGNAÇÃO

Fevereiro de 2025

CONCLUSÃO

Maio de 2025

INVESTIMENTO

158 305,97 € (IVA incluído)

GÉNERO

Empreitada.
Obra adjudicada a STAP – Reabilitação Estrututal, S.A

Vantagens
da Intervenção

Eliminação da queda de detritos de betão sobre as viaturas parqueadas na zona inferior do viaduto e peões que transitam nas vias de circulação, na zona sobre o tabuleiro da obra de arte e melhoria da segurança rodoviária e pedonal.

Resumo
da Intervenção

Obra de proteção das cornijas de betão do viaduto da Avenida Luísa Todi. Esta empreitada tem como objetivo a colocação de uma proteção metálica nas cornijas do viaduto supracitado.

Identificação e descrição da área sujeita a intervenção

O viaduto tem uma extensão total de 420m e o tabuleiro é composto por duas vias de circulação, com uma largura total na ordem dos 7,5m. O viaduto tem uma altura máxima de 10m.

Identificação das patologias detetadas

Existem inúmeras ocorrências e situações de queda de detritos de betão sobre as viaturas parqueadas na zona inferior do viaduto e peões que transitam nas vias de circulação, na zona sob o tabuleiro da obra de arte. Esta queda de material é devido à deterioração dos elementos pré-fabricados de betão das cornijas do viaduto. Da inspeção efetuada foram detetadas algumas anomalias no viaduto, nomeadamente:

Cornijas pré-fabricadas:

• presença de líquenes e musgos;
• fissuração generalizada;
• escorrências;
• destacamento e deterioração do betão;
• oxidação de armaduras.

Tabuleiro:

• presença de líquenes e musgos;
• fissuração generalizada;
• escorrências;
• ineficiência do sistema de drenagem;
• o destacamento e deterioração do betão, em pequenas zonas.

Na presente intervenção será tratado o problema da queda de detritos de betão provenientes da degradação das cornijas do viaduto. Esta degradação deveu-se essencialmente à falta de manutenção dos paramentos de betão do viaduto e à inexistência de um sistema de drenagem eficaz da obra de arte. Também não se pode descurar, que o viaduto fica junto do rio, uma zona com forte exposição marítima, o que acelerou o processo de deterioração do betão.

Solução proposta

• Montagem de estaleiro, mobilização de equipamentos e execução de vedação do estaleiro de obra;
• Montagem, reparação, alteração e desmontagem de estrutura de andaime e meios de acesso para apoio aos trabalhos;
• Limpeza de todas as superfícies das cornijas, incluindo remoção e picagem do material solto e deteriorado, e transporte e remoção para vazadouro autorizado, incluindo ainda a aplicação de inibidor de corrosão em eventuais armaduras que estejam à vista, bem como, proteção pontual com argamassa de reparação;
• Fornecimento e montagem de calha metálica/proteção em chapa galvanizada de 1 mm de espessura, quinada, e pintada de cor de betão, incluindo furação e fixações à estrutura existente.
• Na zona da linha férrea existente em ambos os lados e sobre a via, uma estrutura de proteção metálica da catenária, fixa nas cornijas do viaduto. Assim, antes de se colocar a proteção metálica da cornija, ter-se-á que remover primeiro a estrutura de proteção metálica da catenária, depois far-se-ão os trabalhos da cornija e a sua proteção e posteriormente, será recolocada a estrutura de proteção da catenária.
• Acabamentos, reposição do local da obra em condições semelhantes às iniciais e desmontagem dos meios de acesso, do estaleiro e limpezas finais.

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