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Requalificação de infraestruturas e pavimentos na Rua Eng.º Henrique Cabeçadas

Reperfilamento da Rua Eng. Henrique Cabeçadas, que inclui a manutenção da rotunda existente na interseção com a Av. de Moçambique
Requalificação Rua Eng. Henrique Cabeçadas

CONSIGNAÇÃO

Março de 2025

PREVISÃO PARA CONCLUSÃO

150 dias

INVESTIMENTO

794 895,30 € (IVA incluído)

GÉNERO

Empreitada.
Obra adjudicada a Mondo Portugal, S.A.

Vantagens
da Intervenção

Melhorar e simplificar a circulação viária e criar circuitos pedonais e cicláveis mais amplos e seguros, com o objetivo de potenciar a “mobilidade para todos”

Resumo
da Intervenção

A presente intervenção, refere-se ao reperfilamento da Rua Eng. Henrique Cabeçadas, que inclui a manutenção da rotunda existente na intersecção com a Av. de Moçambique, em Setúbal.

ENQUADRAMENTO

A intervenção agora proposta, insere-se num conjunto de requalificações que a CM de Setúbal tem vindo a implementar nesta zona da cidade, com o objetivo de potenciar a “mobilidade para todos”, através da reestruturação da rede pedonal e ciclável, criando melhores condições de fruição do espaço público. Insere-se igualmente no âmbito de um programa proposto pela CM de Setúbal, que visa reduzir o tráfego automóvel na Arrábida, durante a época de Verão.

O aumento da capacidade de estacionamento do arruamento, numa zona de 400 lugares, permite a sua utilização como parque de rebate. Na época balnear, os utentes poderão estacionar os seus veículos neste local, deslocando-se para as praias da Arrábida, através de um meio de transporte público previsto pelo município.

Inclui-se igualmente, a execução de uma ciclovia adjacente ao Parque Urbano da Várzea, e respetiva ligação à pista prevista na Av. de Moçambique, permitindo o fecho da rede ciclável naquela zona.

Prevê-se a manutenção de uma rotunda existente na zona correspondente à atual intersecção com a Av. de Moçambique, já compatibilizada com as intervenções previstas naquele arruamento, bem como com o seu prolongamento até à Estrada de Palmela.

CARACTERIZAÇÃO DO TRAÇADO

Planta

No âmbito, foram definidos os seguintes eixos de cálculo:

> Eixo 1 – corresponde ao lancil Norte do arruamento, na zona entre a Rua José Gregório a Av. de Moçambique, com uma extensão de 108m aproximadamente.
> Eixo 2 – corresponde ao lancil Sul do arruamento, na zona entre a Rua José Gregório a Av. de Moçambique, com uma extensão de 61m aproximadamente.
> Eixo 3 – corresponde ao lancil Norte do arruamento, na zona entre a Av. de Moçambique e a Rua Mario Cães Esteves, com uma extensão de 401m aproximadamente.
> Eixo 4 – corresponde ao lancil Sul do arruamento, na zona entre a Av. de Moçambique e a Av. de Angola, com uma extensão de 341m aproximadamente.
> Eixo 5 – corresponde ao eixo do arranque do futuro arruamento de ligação à Estrada de Palmela, com uma extensão de 15m aproximadamente.
> Eixo 6 – corresponde ao reperfilamento da Av. de Moçambique, para compatibilização com a nova rotunda, com uma extensão de 8m aproximadamente.
> Rotunda – corresponde ao bordo exterior da rotunda, com uma extensão de 100m aproximadamente.

Perfis Transversais Tipo

As características dos Perfis Transversais Tipo, encontram-se indicadas nas peças desenhadas.

De seguida, apresentam-se as principais características geométricas:

Conjunto Eixos 1, 2, 3 e 4
> N.º de vias – 1+1
> Largura das Vias – 5,0m c/u
> Estacionamento em espinha – 4,50m
> Passeios – 2,50m / 10,00m
Rotunda
> N.º de vias – 1
> Largura das Vias – 6,00m
> Berma interior – 2,00m
> Passeios – variável

PAVIMENTOS

Uma vez que a intervenção, corresponde ao reperfilamento de um arruamento existente, prevê-se a manutenção da estrutura dos atuais pavimentos em grande parte da plataforma. Para as zonas de alargamento da plataforma rodoviária, propõe-se a seguinte estrutura:

Faixa de Rodagem

> Camada de base em Agregado Britado de Granulometria Extensa com Cimento (AGEC) com 0,20m de espessura
> Camada de regularização em macadame betuminoso com 0,11m de espessura, sobre rega de impregnação betuminosa
> Camada de desgaste em betão betuminoso com inertes basálticos, com 0,05m de espessura sobre rega de colagem, em toda a área de intervenção

Complementarmente, será executada uma fresagem e aplicação de uma nova camada de desgaste, por forma a uniformizar o acabamento da faixa de rodagem.

SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA

A definição da sinalização em geral, foi efetuada tendo em consideração os critérios estabelecidos pelos serviços técnicos da Câmara Municipal de Setúbal, bem como pela legislação em vigor, nomeadamente pelo Decreto Regulamentar n.º 22-A/98 de 01/10/98, reformulado pelo Decreto Regulamentar nº 41/2002 de, 20 de agosto, com especial atenção para a:

> Localização dos sinais de forma a torná-los bem visíveis sem reduzir a visibilidade geral das vias;
> Simplicidade dos sinais para que a sua leitura seja rápida e de fácil compreensão;
> Garantia de circulação com o máximo de fluidez e segurança.

Na fase de construção, deverá ser instalada uma sinalização temporária que garanta a necessária segurança, bem como a sua adequabilidade ao faseamento construtivo que se vier a propor.

Sinalização Horizontal
As marcas rodoviárias a colocar serão executadas com recurso a materiais de características retrorrefletoras, de cor branca, aplicadas a quente por processo “spray” ou manual (termoplástico), obedecendo às recomendações das Estradas de Portugal para as estradas da rede fundamental.

Dadas as características geométricas do traçado, bem como as dimensões dos perfis transversais tipo e as distâncias de visibilidade, optou-se por larguras de traço e espaçamentos compatíveis com velocidades da ordem 40-60Km/h.

Estão previstas linhas longitudinais contínuas e tracejadas, a aplicar conforme representado nas respetivas peças desenhadas.

Foram contempladas igualmente marcas transversais e outras marcas, tais como:

> Barras de paragem
> Passadeiras
> Triângulos
> Pictogramas em ciclovias

Sinalização Vertical
A sinalização vertical que se prevê, visa garantir em conjunto com as marcas rodoviárias, um correto controlo e fácil escoamento de tráfego, sendo basicamente constituído por sinais de código e de orientação.

Os sinais de código a instalar serão triangulares, circulares, octogonais ou quadrados e terão as dimensões de L=0,60m.

Os sinais serão executados em chapa de alumínio e a sua colocação será feita em postes metálicos tubulares com diâmetro de 11/2”, implantados em fundação de betão, tendo uma altura de 2,20 metros da base ao solo, tomando como referência o pavimento.

DRENAGEM

De acordo com os elementos cadastrais, toda a zona está dotada das necessárias infraestruturas de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais.
As intervenções previstas na rede de drenagem, correspondem a relocalizações dos órgãos de recolha de águas pluviais, por forma a compatibilizá-los com a nova geometria viária proposta.

Prevê-se a execução de um troço de coletor pluvial, por forma a garantir a ligação de novos sumidouros previstos na zona norte do arruamento.

No desenvolvimento do coletor, tentou-se compatibilizar os aspetos técnicos e económicos, minimizando os volumes de escavação, sem prejuízo do funcionamento hidráulico da rede e da resistência estrutural dos coletores, garantindo sempre que possível, altura mínima de recobrimento das tubagens de 1,00 m sobre o extradorso.

O diâmetro mínimo considerado no dimensionamento dos coletores, foi de 315 mm.

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