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Reunião Pública Ordinária dia 24 de junho, às 16h30. Assista aqui em direto
Sessão da Assembleia Municipal dia 26 de junho, às 19h00. Assista aqui em direto
Janeiro de 2025
Outubro de 2025
359 584,68 € (IVA incluído)
Empreitada.
Obra adjudicada a COLICAPELA 2 – Construções, Lda.
O futuro equipamento vai criar melhores condições aos vendedores do atual Mercado de Brejos de Azeitão e vai valorizar a estrutura económica nesta mancha do território.
Criação de um novo e moderno mercado municipal para substituir o atual Mercado de Brejos de Azeitão, permitindo diversificar e ampliar a já existente oferta tradicional de produtos frescos.
Este equipamento visa atender às necessidades crescentes da comunidade e dos vendedores que se encontram no atual Mercado Brejos de Azeitão, fornecendo um espaço moderno, com lojas maiores e que permitem cumprir com os mais existentes requisitos higiossanitários e aspetos base relacionados com o funcionamento de mercados municipais, valorizando a estrutura económica desta mancha do território, e integrando-se harmoniosamente na paisagem circundante.
Estas instalações serão totalmente acessíveis a pessoas com deficiência e mobilidade condicionada.
Área objeto de intervenção
O terreno situa-se na freguesia de Azeitão, confrontando a sul com a Rua Stuart Carvalhais, a nascente com a Rua Mário Viegas e a poente com a Rua Ana de Castro Osório.
Integração urbana e paisagística da operação e relacionamento funcional com a envolvente
A área de intervenção, atualmente uma área verde natural, manter-se-á aberta para o terreno circundante após a intervenção.
Nesta intervenção procura-se abrir a frente do edifício para a Rua Stuart Carvalhais e delimitar um corredor em seu redor – permitindo um livre acesso dos funcionários e das mercadorias às entradas de serviço de cada espaço comercial. É também adotado o acesso secundário através da Rua Ana de Castro Osório, onde se localizam os contentores de RSU exteriores.
O edifício encontra-se implantado sensivelmente de nível com a Rua Stuart Carvalhais, naquela que é a sua entrada principal, que poderá ser encerrada pelos vãos exteriores aí existentes.
Em volta do edifício propõe-se uma plataforma nivelada à sua cota, facilitando o acesso às várias entradas de serviço, sendo que o desnível entre esta plataforma e o terreno circundante será feito através de suaves taludes em áreas verdes. Desta forma, consegue-se garantir de forma simples a acessibilidade a pessoas – tanto funcionários como utentes – e a cargas e descargas, salvaguardando ainda as necessidades de pessoas de mobilidade reduzida.
Com o intuito de harmonizar a solução desenvolvida com a zona maioritariamente habitacional onde se insere, apostou-se em volumes simples e claros, procurando criar-se uma coerência de linguagem arquitetónica que se transpõe para os materiais usados e as suas cores, como é possível verificar nas imagens tridimensionais em anexo. Ainda assim, introduziu-se uma solução de sombreamento da área de circulação principal singular, marcando a entrada do edifício e dotando-o de uma imagem forte e marcante, que seja reflexo da sua identidade, salvaguardando simultaneamente uma relação permanente com a envolvente e conforto da utilização dos seus diferentes espaços.
Considera-se que, globalmente, as soluções encontradas permitem que a edificação proposta se estabeleça como um ponto de interesse preponderante na sua envolvente, contribuindo para a valorização de toda a zona circundante.
Programa de utilização da edificação
Com a preocupação sempre presente de responder às necessidades apontadas no Programa Preliminar, a entrada no edifício é feita praticamente de nível com a Rua Stuart Carvalhais, através de três vãos que permitem encerrar o edifício.
A partir desta entrada acedemos ao Corredor Central, um espaço de dimensões francas que se assume como a “rótula” de articulação de todo o edifício e como centro da sua vertente pública, coberto por uma estrutura de madeira com painéis de cobertura sandwich, que isola os utentes deste espaço das condições climatéricas exteriores. É neste corredor que se encontra a totalidade dos seis Espaços Comerciais, cada um deles com um vão de vidro de grandes dimensões que funciona como montra expositiva e como acesso do corredor ao interior do espaço.
Cada um destes espaços tem ainda uma entrada secundária diretamente do exterior do edifício, facilitando a entrada de pessoas e, principalmente, de cargas e mercadorias, assegurando que estas não se cruzam com os clientes.
No final do Corredor Central, para além das instalações sanitárias de utilização pública e com separação por sexo, encontra-se a entrada para a Área de Gestão de Resíduos, e a entrada para um corredor de circulação, destinado aos trabalhadores deste edifico, a partir do qual se pode aceder à Copa, aos Arrumos, ao Gabinete, e aos dois Balneários.
Desta forma, considera-se que a solução atende às necessidades de espaço e funcionamento geral apontadas pelo Programa Preliminar, assegurando que, com este edifício, se responderá às necessidades crescentes da comunidade e dos vendedores.
Toda a área útil do edifício é acessível e de franca mobilidade, segundo os termos definidos no Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de agosto.
Quadro sinótico
• Área total de implantação | 414.54 m²
• Área total de construção | 414.54 m²
• Área de construção acima do solo | 414.54 m²
• Área de construção abaixo do solo | 0 m²
• N.º de pisos acima do solo | 1
• N.º de pisos abaixo do solo | 0
• Altura da edificação | 5.42 m
• Cota de Soleira | 61.15 m
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