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Reunião Pública Ordinária dia 24 de junho, às 16h30. Assista aqui em direto
Sessão da Assembleia Municipal dia 26 de junho, às 19h00. Assista aqui em direto
Fevereiro de 2025
Maio de 2025
158 305,97 € (IVA incluído)
Empreitada.
Obra adjudicada a STAP – Reabilitação Estrututal, S.A
Eliminação da queda de detritos de betão sobre as viaturas parqueadas na zona inferior do viaduto e peões que transitam nas vias de circulação, na zona sobre o tabuleiro da obra de arte e melhoria da segurança rodoviária e pedonal.
Obra de proteção das cornijas de betão do viaduto da Avenida Luísa Todi. Esta empreitada tem como objetivo a colocação de uma proteção metálica nas cornijas do viaduto supracitado.
Identificação e descrição da área sujeita a intervenção
O viaduto tem uma extensão total de 420m e o tabuleiro é composto por duas vias de circulação, com uma largura total na ordem dos 7,5m. O viaduto tem uma altura máxima de 10m.
Identificação das patologias detetadas
Existem inúmeras ocorrências e situações de queda de detritos de betão sobre as viaturas parqueadas na zona inferior do viaduto e peões que transitam nas vias de circulação, na zona sob o tabuleiro da obra de arte. Esta queda de material é devido à deterioração dos elementos pré-fabricados de betão das cornijas do viaduto. Da inspeção efetuada foram detetadas algumas anomalias no viaduto, nomeadamente:
Cornijas pré-fabricadas:
• presença de líquenes e musgos;
• fissuração generalizada;
• escorrências;
• destacamento e deterioração do betão;
• oxidação de armaduras.
Tabuleiro:
• presença de líquenes e musgos;
• fissuração generalizada;
• escorrências;
• ineficiência do sistema de drenagem;
• o destacamento e deterioração do betão, em pequenas zonas.
Na presente intervenção será tratado o problema da queda de detritos de betão provenientes da degradação das cornijas do viaduto. Esta degradação deveu-se essencialmente à falta de manutenção dos paramentos de betão do viaduto e à inexistência de um sistema de drenagem eficaz da obra de arte. Também não se pode descurar, que o viaduto fica junto do rio, uma zona com forte exposição marítima, o que acelerou o processo de deterioração do betão.
Solução proposta
• Montagem de estaleiro, mobilização de equipamentos e execução de vedação do estaleiro de obra;
• Montagem, reparação, alteração e desmontagem de estrutura de andaime e meios de acesso para apoio aos trabalhos;
• Limpeza de todas as superfícies das cornijas, incluindo remoção e picagem do material solto e deteriorado, e transporte e remoção para vazadouro autorizado, incluindo ainda a aplicação de inibidor de corrosão em eventuais armaduras que estejam à vista, bem como, proteção pontual com argamassa de reparação;
• Fornecimento e montagem de calha metálica/proteção em chapa galvanizada de 1 mm de espessura, quinada, e pintada de cor de betão, incluindo furação e fixações à estrutura existente.
• Na zona da linha férrea existente em ambos os lados e sobre a via, uma estrutura de proteção metálica da catenária, fixa nas cornijas do viaduto. Assim, antes de se colocar a proteção metálica da cornija, ter-se-á que remover primeiro a estrutura de proteção metálica da catenária, depois far-se-ão os trabalhos da cornija e a sua proteção e posteriormente, será recolocada a estrutura de proteção da catenária.
• Acabamentos, reposição do local da obra em condições semelhantes às iniciais e desmontagem dos meios de acesso, do estaleiro e limpezas finais.
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